
É a segunda versão do dispositivo que os X-Men usam para detectar mutantes com alcance praticamente no mundo todo. Assim como o original, é um capacete que amplifica as ondas mentais do usuário sendo então melhor controlado por telepatas poderosos caso contrário corre o risco de fritar o cérebro da pessoa.
Professor X e Jean Grey eram os usuários mais frequentes, atualmente é Emma Frost, eventualmente também Rachel Grey, Psyloque e as Stepfords
Outros Nomes: nenhum
Localização:Instituto Xavier
Criado por: Henry McCoy (Fera)
Status: Provavelmente abandonado no Instituto
Histórico:
Depois que o detector de mutantes criado por Xavier chamado Cérebro foi invadido pela OTZ e se transformou numa entidade viva e assassina. Fera constroi um novo aparelho baseado no original criado por Charles mas muito mais possante, agora chamado de Cérebra.
Inicialmente localizado em uma camara de formato oval, logo teve um redesign onde a sala passou a ser uma imensa sala arredondada.
Assim como o cérebro original, ele funciona identificando o gene X quando se torna ativo. O gene X se apresenta no cromosso 23 e se utiliza de uma proteína única para eviar sinais químicos para outros genes, os modificando. Nunca ficou claro se a detecção é feita pela assinatura que os mutantes deixam ao usar seus poderes ou pelo simples fato de possuírem o gene x em seus corpos, ambas as situações já ocorreram nas histórias.
Cérebra não é infalível e alguns mutantes encontraram formas de se esconder dele, como exemplo o Magneto que contribuiu na criação do cerebro original, portanto sabe como se esconder atraves de seu capacete.